Não é só com alguns partidos aliados que o governador Marcelo Deda (PT) enfrenta problemas para compor nas eleições municipais deste ano। Dentro do próprio Partido dos Trabalhadores os problemas são grandes por conta dos projetos individuais visando as eleições de 2010. Este blog tem sido a caixa de ressonância de várias lideranças do interior. Nos últimos dias foram vários e-mails de petistas e aliados do interior reclamando da condução do processo político em seus municípios. Este artigo é a síntese de tudo que foi recebido, tirando, logicamente, algumas palavras mais fortes, que deixam o campo partidário para o campo pessoal.
Há alguns meses os partidos que integram o bloco do governo instalaram uma coordenação política, com lideranças de cada partido para analisarem a situação eleitoral em cada município, tentando viabilizar as alianças possíveis com os pré-candidatos. Em alguns municípios esta coordenação conseguiu chegar ao consenso, mas em boa parte os problemas são grandes.
Entre as lideranças que fazem parte desta coordenação, o presidente do PT, Márcio Macedo é o responsável pela chamada “costura” junto aos pré-candidatos petistas. O problema maior é que não é apenas ele o interlocutor do PT. São vários, como por exemplo, Rogério Carvalho, Nilson Lima, Gualberto e Conceição Vieira. Um detalhe: todos com interesses eleitorais em 2010. Inclusive Márcio Macedo, que não anunciou ainda, mas será candidato a deputado estadual.
O problema é que em alguns municípios, onde as lideranças não têm o apoio dos pré-candidatos as candidaturas ficam em “banho Maria”. Já onde têm interesses, onde os pré-candidatos lhe apóiam, querem fechar na chamada “tora”, mesmo que esta candidatura prejudique o projeto maior para 2010. Várias lideranças políticas do PT estão chateadas com esta situação. Muitas para fechar suas candidaturas têm que selar um acordo político com estes interlocutores. A insatisfação é grande e alguns já relataram ao governador, outros, não têm coragem por conta da força política dos interlocutores e o medo de serem rifados antes das convenções municipais.
Pelo andar da carruagem, o Partido dos Trabalhadores, que deveria servir de exemplo para os outros partidos aliados, está com sérios problemas por conta da disputa interna। O projeto de governo para 2010 foi deixado para trás e cada um pensa apenas em seu projeto pessoal.
Entre as lideranças que fazem parte desta coordenação, o presidente do PT, Márcio Macedo é o responsável pela chamada “costura” junto aos pré-candidatos petistas. O problema maior é que não é apenas ele o interlocutor do PT. São vários, como por exemplo, Rogério Carvalho, Nilson Lima, Gualberto e Conceição Vieira. Um detalhe: todos com interesses eleitorais em 2010. Inclusive Márcio Macedo, que não anunciou ainda, mas será candidato a deputado estadual.
O problema é que em alguns municípios, onde as lideranças não têm o apoio dos pré-candidatos as candidaturas ficam em “banho Maria”. Já onde têm interesses, onde os pré-candidatos lhe apóiam, querem fechar na chamada “tora”, mesmo que esta candidatura prejudique o projeto maior para 2010. Várias lideranças políticas do PT estão chateadas com esta situação. Muitas para fechar suas candidaturas têm que selar um acordo político com estes interlocutores. A insatisfação é grande e alguns já relataram ao governador, outros, não têm coragem por conta da força política dos interlocutores e o medo de serem rifados antes das convenções municipais.
Pelo andar da carruagem, o Partido dos Trabalhadores, que deveria servir de exemplo para os outros partidos aliados, está com sérios problemas por conta da disputa interna। O projeto de governo para 2010 foi deixado para trás e cada um pensa apenas em seu projeto pessoal.
Postado por Cláudio Nunes - 29/05